Na Record, de uns tempos para cá não se falou mais no novo programa do Rodrigo Faro. Segundo se informa, este assunto só será reativado depois da Olimpíada. Retirá-lo do “Ídolos”, percebe-se agora, foi uma atitude precipitada.
Guardadas as devidas e necessárias proporções, a Record tenta realizar com o seu apresentador o mesmo que a Globo está fazendo com Fátima Bernardes, ou seja, transformá-lo em uma atração diária da sua grade, considerando os benefícios e riscos que isso possa oferecer.
É natural que, a exemplo do que aconteceu na concorrente, se demore um pouco mais de tempo para definir o esquema ideal e tomar as outras decisões que se atrelam a ele. O estranho, em meio a tudo, é que nada foi definido até aqui sobre o programa em si ou o seu horário de apresentação. A Record, o dia-a-dia tem demonstrado, está diante de emergências maiores, a transmissão dos Jogos Olímpicos entre elas, e o caso do Rodrigo foi deixado meio de lado, a ponto de se colocar em dúvida se será ou não levado à frente.